Destino, sorte ou regras de um bom viver?

 03 julho 2015   Em:

De vez em quando ouvimos algumas pessoas comentando: “Fulano não tem sorte! Não consegue ficar muito tempo em nenhum emprego… Esforçou-se tanto, não perde a hora, não falta ao serviço, e mesmo assim quando pensa que está se firmando no trabalho é dispensado”.

Outras vezes também ouvimos: “Fulano voltava à noite de uma festa, saiu para se distrair com amigos e, na volta aconteceu aquele trágico acidente! Temos que nos conformar, foi obra do destino”.

Até onde tudo o que acontece em nossas vidas é sorte e até onde tudo que acontece de ruim em nossas vidas é obra do destino?

É preciso levar em consideração nossas atitudes diante da vida! Não podemos brincar com a sorte e nem nos desviarmos das linhas do destino.

Quanto aos infortunados no trabalho a que se considerar: Muitas vezes o funcionário não perde a hora, não falta, porém, não corresponde com as metas desejadas pelo seu empregador. Vai ao trabalho sem qualquer motivação; não atende aos requisitos de sua empresa, não tem criatividade, apenas cumpre suas horas de contrato, sem qualquer compromisso para ver sua empresa crescer. Apenas pensa em estar empregado e receber o seu pagamento.

No mundo atual quem tem emprego tem concorrente, e o mercado é um jogo, ganha quem se esforça em todos os sentidos. Não basta chegar na hora, não basta não perder o dia, é necessário dar lucros! Será que é mesmo falta de sorte não se firmar em nenhum emprego?

Será obra do destino o que acontece com muitas pessoas que, mesmo conhecendo os perigos que correm pelas ruas, saem por aí desafiando a si mesmos por que precisam se divertir e, com esses pensamentos, não percebem o grande risco a que estão se entregando? Ingerem bebidas alcoólicas que não combinam com volante, enfrentam trechos sem segurança em altas-horas da noite.

Temos que administrar nossa vida com responsabilidade. Não basta ter fé, rezar, colocar um terço no retrovisor do carro, é necessário ter responsabilidade e evitar certas diversões que não foram programadas por Deus.

Há muitas situações que enfrentamos que não há como negar: Foi a vontade de Deus que imperou! Em muitas outras, foi a vontade do homem que provocou a tragédia, foi livre escolha!

Procuremos administrar bem essas escolhas, nossas decisões, pois a sorte vive ao lado de quem escolhe bem o caminho. O destino são linhas que devemos seguir com retidão. Temos o direito e a necessidade de sair, aproveitar as coisas boas da vida, mas, analisando bem nossas programações.

Há um pensamento cigano que diz: “Se deseja um bom destino, ande por bons caminhos e não arrisque sua sorte!”

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Sobre o Autor

Maria Nazareth Dória

Maria Nazareth Dória

A médium Maria Nazareth Dória nasceu no dia 28 de fevereiro em Canhoba, no interior do estado de Sergipe, mais precisamente em uma aldeia indígena. Lá permaneceu até os 9 anos de idade, quando foi matriculada em um colégio interno de freiras na capital, Aracaju, completando seus estudos até o segundo grau. Aos 17 anos, casou-se e mudou-se para São Paulo. Teve duas filhas. Nesse período, deu seqüência aos estudos e iniciou sua carreira profissional, trabalhando durante 30 anos, dos quais 22 como funcionária da Petrobras, empresa pela qual se aposentou. A mediunidade de Maria Nazareth Dória se manifestou desde cedo, por volta dos 7 anos. Sendo descendente de índios, Nazareth sempre foi orientada sobre a existência da vida espiritual e a importância da natureza em nossas vidas, sobretudo no campo da medicina alternativa. Graças a esse aprendizado, Maria Nazareth Dória tem se dedicado hoje exclusivamente às atividades espirituais e à pesquisa de plantas medicinais, obtendo excelentes resultados alternativos com essências naturais. É fundadora e dirigente de instituição sem fins lucrativos há 15 anos, atendendo e orientando centenas de pessoas (inclusive jovens), contando com o apoio de médicos, dentistas, advogados, enfermeiras, psicólogos e professores. O atendimento à população carente estende-se em diversas áreas, do apoio às necessidades básicas da família até o trabalho de afirmação de cidadania daqueles que vivem à margem da sociedade. Além das atividades filantrópicas, Maria Nazareth Dória ministra cursos e palestras sobre a Doutrina Espírita e exerce sua mediunidade há mais de 30 anos, psicografando diversos romances sobre o mundo espiritual, mensagens de auto-ajuda e pensamentos espirituais notadamente sob a ótica da Lei de Ação e Reação, um dos pilares básicos dos ensinamentos trazidos pelos amigos do Além que trabalham com a médium.

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