Meu Jesus

 14 Abril 2015   Em:

Cada um olha para o mestre com a sua capacidade de enxergar, uns ainda insistem na visão do Cristo Crucificado, outros  como aquele que pagou os pecados da humanidade, outros tantos sem emoção alguma, simplesmente, porque não acreditam que pelo nosso amado planeta Terra passou alguém como Ele, sem necessidades materiais e com uma capacidade de amar e perdoar que assustou aos que ainda estão presos na escuridão da própria mente.

Essa imagem é uma representação de Jesus segundo a visão de uma menina de nome Akiane Kramarik.

Essa imagem é uma representação de Jesus segundo a visão de uma menina de nome Akiane Kramarik.

Minha avó materna, Maria José de Andrade, mais conhecida como Dona Nenê, ou vovó Nenê, ria muito quando falava de Jesus, era um riso encantador, cristalino, de pura esperança e amor.

Ela falava que esse moço tão bonito, que irradia tanta luz para a humanidade, esteve por aqui para que nós, seus irmãos amados, soubéssemos o que Ele já havia aprendido, e que o levou a esse desprendimento amoroso.

Ela enfatizava que não havia crítica em sua conversa mansa e pacífica, mas gratidão a Deus por Ele permitir que estivesse por aqui ajudando-nos a entender o caminho da felicidade.

Afirmava, com mansa certeza, que Ele é um amigo fiel, daqueles que podemos confiar e contar os mais tristes e tenebrosos segredos que guardamos em nossos corações, e que podíamos sossegar porque Ele apenas nos acalentaria a dor e proporia uma nova caminhada.

Acreditava, sem dúvida alguma, que Ele é muito alegre e feliz, inclusive que conseguia escutar a sua risada harmoniosa e carregada de luz. E que quando Ele abria os olhos, estes espelhavam o mais límpido lago de paz.

A minha imagem de Jesus é próxima dessa beleza que minha avó Nenê nos mostrava, o que me entristece é que mesmo acreditando, muitas vezes, não consigo mantê-la viva em meu coração, permitindo que a dor e a tristeza por determinados acontecimentos turvem essa maravilha, então parece até que escuto a voz doce e feliz dessa pequena grande senhora dizendo assim:

– É só mais um dia de aprendizado, levanta dessa tosca e triste madorna e vá buscar Jesus, Ele está doido para te dar um abraço.

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Sobre o Autor

Eliane Macarini

Eliane Macarini

Nasceu em Franca, interior de São Paulo, em 4 de janeiro de 1955. De família católica, Eliane sempre conviveu desde a mais tenra idade com o fenômeno da dupla vista: ela tinha a capacidade de ver as pessoas "normais" e as pessoas "etéreas", ou seja, o plano espiritual. O encaminhamento para o estudo da Doutrina Espírita aconteceu de forma natural. Aos cinco anos de idade, Eliane já frequentava o Centro Espírita Nova Era, em Franca. Com o passar do tempo, ela foi aprendendo que possuía uma importante ferramenta mediúnica, não só para seu próprio crescimento espiritual, como também para servir de instrumento e auxílio aos semelhantes em dificuldades. Outra característica de Eliane Macarini é a paixão pela literatura. Em seu aniversário de quinze anos, pediu de presente a Coleção dos Clássicos da Literatura Brasileira. Estava se desenhando ali a preparação para uma tarefa futura que Eliane desempenharia junto à espiritualidade: a psicografia de livros. Já na idade adulta, mais precisamente na década de 1990, Eliane passou por treinamento árduo e disciplinado a fim de levar a efeito seu compromisso com a espiritualidade. Ao seu lado estava o espírito Maurício, grande parceiro da médium, que a auxiliou enormemente no desenvolvimento dessa faculdade mediúnica. O espírito Vinícius (Pedro de Camargo) se fez presente na vida de Eliane em 1995, um ano de muito conflito e reflexão para a médium. Ele a ajudou a enxergar que não devemos ter vergonha de nossas dificuldades e limitações morais e materiais. Valendo-se de textos educativos e conversas, Vinícius mostrou que, ao compreendermos nossas limitações, estaremos mais preparados diante de novas escolhas, optando de maneira mais equilibrada por novos caminhos.

Comentários

Um comentário em “Meu Jesus”

  1. A imagem que tenho de Jesus é Ele sempe caminhando ao lado do largo de Cafarnaum com seus cabelos esvoaçantes e seu doce olhar de Rabi da Galiléia

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